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Principais pontos turísticos de Cusco

Pontos Turísticos de Cusco

1- Praça de Armas de Cusco.

A Praça de Armas de Cusco (ou Plaza de Armas, em espanhol) representa o coração da cidade. É um grande ponto de encontro, não só dos cusquenhos, mas também de gente de todo o mundo. Aqui acontecem todas as grandes comemorações, desfiles e festas da cidade. Isso ocorre desde a época Inca: todas as grandes celebrações e rituais eram realizados aqui, o Inti Raymi, o Warachikuy, as festas das vitórias nas batalhas, etc. Aqui também ocorreram importantes episódios históricos. Francisco Pizarro, o conquistador espanhol, declarou sua vitória sobre o Império Inca neste local em 15 de novembro de 1533. Aqui também foi julgado, condenado, executado e esquartejado o líder rebelde Túpac Amaru II, em 18 de maio de 1781.
 

2 - Catedral de Cusco.

A Catedral de Cusco se encontra exatamente em frente à Praça de Armas, no centro da cidade. Não foi a primeira igreja construída pelos espanhóis e sua construção foi realizada por etapas. A Catedral está formada por três igrejas. Para quem olha de frente, temos: à esquerda a Igreja da Sagrada Família, ao centro a Catedral e à direita a Igreja do Triunfo. Esta foi a primeira a ser construída e atualmente abriga as cinzas do famoso cronista mestiço Inca Garcilaso de la Vega, falecido em 1616. A construção foi finalizada em 1654, depois de 94 anos de trabalho. Na época Inca o lugar abrigava o chamado palácio Kiswarkancha, que pertenceu ao imperador Wiraqocha. No presente a igreja abriga uma grande coleção de obras de arte, além disso seus altares estão cobertos de ouro, prata e pedras preciosas. Aí se encontra a famosa imagem do Senhor dos Tremores (Señor de los Temblores ou Taytacha Temblores, como é chamado pelos cusquenhos), o santo padroeiro da cidade.

 

3 - Igreja Compañía de Jesús.

A Igreja Compañía de Jesús se localiza também na Praça de Armas e, apesar de ser menor do que a catedral, se destaca na paisagem por sua imponente arquitetura. Alguns a consideram a maior expressão do estilo barroco colonial na América do Sul. Sua construção teve início no ano de 1571 pelos jesuítas. Apesar desta ordem ter sido uma das últimas a chegar em Cusco, a doação de um terreno tão privilegiado teve a intervenção do próprio vice-rei Toleto. Decorada em seu interior com muito ouro, como todas as igrejas de Cusco, a Compañia possui duas capelas laterais, a do Loreto à esquerda e a de São Inácio de Loyola à direita. Ao lado desta última se encontra o Paraninfo Universitário, local onde foi fundada em 1692 a Universidade Nacional de Cusco (UNSAAC) pelo Papa Inocêncio XII e pelo Rei Carlos II da Espanha. Este local abriga hoje o Museu de História Natural de dita universidade.

 

4 - Pedra dos Doze Ângulos

A Pedra dos Doze Ângulos se encontra em um dos muros externos do Museu de Arte Religioso, também chamado de Palácio Arcebispal, no lado que dá para a rua Hatun Rumiyoc, a uma quadra da Praça de Armas. Esta pedra é assim chamada exatamente por haver sido cortada tantas vezes para encaixar com total precisão com os demais blocos do muro. Entre as junções, onde não foi utilizado nenhum tipo de cimento, não é possível introduzir sequer um alfinete. De manufatura supostamente inca, este edifício apresenta alguns aspectos curiosos. É possível observar no local estilos diversos de arquitetura, como a chamada “ciclópica”, a “inca imperial” e a espanhola colonial e republicana. A mesma construção apresenta uma das mais belas portadas incas já vistas, no lado que dá para a rua Herrajes, com serpentes entalhadas com extrema perfeição. Se crê que as edificações incas que apresentam serpentes esculpidas em seus muros eram chamadas no passado de “casas de sabedoria”, morada de mestres em algum tipo de arte ou ciência.

 

5 - Museu Inka.

O Museu Inka é considerado um dos mais completos da cidade. Pertence à faculdade de arqueologia da Universidade Nacional de Cusco (UNSAAC) e está instalado ao lado da Praça de Armas, em um antigo casarão colonial, um dos mais belos da cidade. A casa foi edificada pelo Almirante Francisco Aldrete Maldonado, que aí viveu até o ano de 1643. A construção foi bastante afetada pelos terremotos de 1650 e 1950 e passou por várias reformas e restaurações. Hoje o museu exibe uma imensa coleção de artefatos incas, assim como de outras culturas peruanas antigas. Em sua coleção figuram ferramentas, joias, cerâmicas, tecidos, armas, ídolos de ouro e prata. Destacam-se aí também uma impressionante mostra de múmias incas. Para os interessados, o museu abriga ainda uma completa biblioteca especializada em arqueologia.

 

6 - Museu Machu Picchu.

O Museu Machu Picchu, também chamado de Casa Concha, está localizado no centro de Cusco e instalado em um antigo casarão que na atualidade pertence à Universidade Nacional (UNSSAC). Esta construção foi totalmente recuperada e restaurada para dar lugar ao museu, justamente no ano de 2012 quando a Universidade de Yale nos Estados Unidos devolveu as peças levadas a dito país pelo explorador Hiram Bingham. As peças foram retiradas de Machu Picchu após os trabalhos de escavação realizados no ano de 1912, com o acordo de serem devolvidas um ano depois. O governo peruano teve que entrar na justiça e esperar cem anos para recuperar as relíquias extraídas da cidadela sagrada dos incas. O museu expõe hoje centenas de peças originas desta maravilha do mundo, além de objetos encontrados durante as escavações realizadas no próprio terreno do museu, que correspondem à época da ocupação inca em Cusco.

 

7 - Mercado San Pedro.

O Mercado San Pedro é um dos mais antigos e tradicionais de Cusco. Aqui você poderá encontrar uma série de produtos típicos e uma enorme variedade de artesanato. São muitos os vendedores oferecendo artigos de toda a região, em meio a uma incrível mistura de idiomas, cores e cheiros. De acordo ao costume peruano, o mercado está dividido e organizado por seções. Desde roupas, frutas, verduras, grãos, queijos, carnes até utensílios domésticos e ferramentas. Destaca-se aí a “praça de alimentação”, com uma enorme variedade de pratos. O local é bastante disputado durante o dia todo, não só pela população local, mas também por uma infinidade de turistas do mundo todo. Definitivamente um passeio imperdível em Cusco.

 

8 - Coricancha.

O Coricancha ou Koricancha também chamado de Templo do Sol, se localiza no centro de Cusco, a umas três quadras da Praça de Armas de Cusco. Na época inca este foi o local de culto mais importante do império. Seu nome, em quéchua, seria traduzido como “recinto de ouro”. Contam os cronistas espanhóis que os muros do lugar estavam completamente revestidos por placas de ouro. Aí também estaria instalado o legendário disco solar, uma enorme peça de ouro maciço, decorado com uma série de símbolos. Até o presente não se sabe com exatidão o paradeiro deste artefato. A estrutura apresenta uma série de recintos construídos em pedra com uma técnica muito refinada, onde não é possível introduzir um simples alfinete entre os blocos. Conta-se que na época inca os ídolos das etnias conquistadas pelos quéchuas cusquenhos eram trazidos a este templo, onde ficavam confinados de forma definitiva. Muitas rebeliões foram evitadas neste período com somente ameaças feitas a estas estátuas: se alguma etnia esboçava alguma ação contra o Tawantinsuyo quem pagaria com castigos seria seu ídolo ou deus. Conta-se também que os jardins do Templo do Sol estavam decorados com estátuas de ouro em tamanho real de crianças, plantas e animais. Uma parte do templo original foi destruída pelos espanhóis para dar lugar à atual Igreja de Santo Domingo.

 

9 - Sacsayhuaman.

Sacsayhuaman ou Fortaleza de Sacsayhuaman representa uma das construções mais emblemáticas de Cusco. Seu nome, traduzido do quéchua, significaria “falcão satisfeito”. Localizada a poucos quilômetros do centro da cidade e construída com blocos de pedra de proporções descomunais o local ainda guarda muitos mistérios. Não se sabe com exatidão a função prática que este complexo desempenhou no passado. Inicialmente se acreditava ser uma fortaleza, mas a possibilidade foi descartada com o tempo, pois seus enormes muros não chegam a fechar uma área completa, deixando a parte traseira totalmente desprotegida. Atualmente se considera a possibilidade de uso cerimonial. A antiga cidade de Cusco possuía o formato de um felino com cabeça de pássaro, desenho este que somente se observava do alto, do céu, e Sacsayhuaman seria a cabeça. Os espanhóis quando aqui chegaram escreveram em suas crônicas que dita construção não poderia haver sido feita por homens, mas sim por demônios, devido a seu tamanho e complexidade.

 

10 - Qenqo

Qenqo é um complexo arqueológico localizado ao lado de Sacsayhuaman. Seu nome em quéchua significaria algo como “labirinto”. No local se observa uma série de estruturas que aparentam ter origem em épocas ou fases distintas. Destacam-se uma pequena praça semicircular com uma grande escultura desfigurada no centro rodeada por um muro com uma série de nichos e uma pequena caverna com um altar esculpido na rocha viva, um verdadeiro prodígio da engenharia. Não se sabe exatamente a função deste altar, especula-se que foi usado para sacrifícios de animais ou humanos, também de que foi utilizado para realizar o processo de mumificação. Na parte alta da caverna, hoje de acesso proibido devido à grande erosão da rocha, encontram-se uma série de petróglifos que representam a animais. Estes símbolos se encontram bastante deteriorados.

 

11 - Puka Pukara.

Puka Pukara, do idioma quéchua “fortaleza vermelha”, é uma imponente construção localizada a poucos quilômetros de Qenqo, na beira de um alto penhasco. Entende-se que o local desempenhou uma função militar no passado, por sua estrutura e localização estratégica, com uma visão completa do vale que leva à cidade de Cusco. Teria sido usado também como depósito de armas e comida, além de servir como lugar de repouso e descanso para os viajantes que se dirigiam à capital do império. 

 

12 - Tambomachay.

Tambomachay se encontra bem próximo a Puka Pukara e teria sido parte de um mesmo complexo no passado. Neste local fica evidente a relação da estrutura com o culto à água devido a presença de uma elaborada fonte cerimonial. Se especula que o próprio imperador inca se dirigia a este lugar para realizar cerimônias ou para descansar. Existe uma lenda de que não se sabe de onde vem a água que alimenta a fonte, mas não corresponde à verdade esta afirmação. A água vem de uma nascente próxima. Acima da estrutura por onde baixa a água existe um muro com grandes nichos de forma trapezoidal (chamados de ornacinas pela cultura andina) onde num passado remoto eram colocadas as múmias dos antigos governantes incas em determinadas datas para a realização de seus rituais

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