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Pachacamac e Caral em Lima

Pachacamac e Caral em Lima

 

Todo o território peruano está repleto de sítios arqueológicos, de norte a sul, do litoral aos Andes. É incrível a quantidade de culturas que se desenvolveram por estas bandas no passado. Poderíamos comparar o Peru com alguns países do Oriente Médio, Ásia e África, devido à complexidade arqueológica que apresenta. Muita gente desconhece estes fatos, talvez porque exista um marketing muito grande no que está relacionado a Cusco, Machu Picchu, Lago Titicaca e Nazca, porém a costa norte do país está repleta de ruínas de importantes civilizações, tão antigas, complexas e importantes quanto a egípcia e a mesopotâmica. Saiba mais sobre as culturas Pachacamac e Caral em Lima.

Pachacamac

Pachacamac foi um grande centro cerimonial no passado, o maior e mais importante da costa central do Peru por mais de um milênio. O local foi ocupado por diversas culturas até ser submetido ao Império Inca. Hoje, suas ruínas despertam o interesse de milhares de turistas de diversos países do mundo e estão localizadas a quarenta quilômetros de distância da cidade de Lima, a capital nacional.

Este lugar abrigou o famoso oráculo do deus Pachacámac, uma divindade mais antiga, incorporada posteriormente al culto pelos cusquenhos. A este deus se atribuía a criação do universo e tudo no que ele habita. Nem mesmo seus sacerdotes tinham coragem de olhar para a estátua que o representava, por respeito e temor. Seu templo recebia peregrinos de todos os confins do Império Inca, em busca de cura e respostas. O conquistador espanhol Hernando Pizarro quando aí chegou em janeiro de 1533 tirou o ídolo de madeira de dentro do templo e colocou fogo na estátua.

A cidade de Pachacamac foi ocupada em períodos distintos por diversas culturas. Os vestígios mais antigos são atribuídos à cultura Lima e datados entre os séculos III e VII d. C., aproximadamente, e sua principal construção se encontra em um estado bastante deteriorado. Precede os Lima, os Wari, que deixaram como principal evidência de sua presença sua inconfundível cerâmica, além de várias estruturas. Com a decadência desta cultura o local foi ocupado pelos Ichma que foram os responsáveis por dezenas de construções em Pachacamac, entre pirâmides e rampas de acesso. Quando os espanhóis chegaram ao Peru, Pachacamac já estava incorporada ao Imperio Inca, responsável pela ampliação da cidade e pela construção do Templo do Sol e o Templo da Lua, também conhecido como Acllahuasi (casa das virgens escolhidas).

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Caral

Caral é uma antiga cidade localizada no Vale de Supe a 182 quilômetros de Lima, próxima ao Oceano Pacífico, a uns 350 metros de altitude em relação ao nível do mar. Considerada a capital ou cidade principal de uma civilização de mesmo nome, Caral é tida como a cidade mais antiga das Américas, com uma antiguidade que chega a uns 5.000 anos. Desta forma esta civilização se torna contemporânea das antigas civilizações do Egito, Índia e Mesopotâmia. É considerada pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Apesar de a zona ter sido explorada no ano de 1905 pelo célebre arqueólogo alemão Max Uhle e posteriormente por um dos pais da arqueologia peruana, Julio C. Tello em 1937, a cidade de Caral só foi descoberta pelo norte-americano Paul Kosok no ano de 1949 através de umas fotos aéreas da região. Muitos pesquisadores estiveram trabalhando no local por várias décadas, mas só em 1994 tiveram início os trabalhos dirigidos por Ruth Shady, de forma mais organizada e sistemática e a primeira publicação especializada só ocorreu no ano de 1997.

Num espaço de 66 hectares estima-se que viveram de mil a três mil pessoas. Os antigos habitantes de Caral foram hábeis construtores de estruturas piramidais, com prováveis conhecimentos astronômicos. As formas e a complexidade impressionam, inclusive seus edifícios possuíram uma espécie de tecnologia ou sistema antissísmico. Não desenvolveram a cerâmica, utilizavam utensílios de madeira e pedra. Cultivaram o algodão e desenvolveram técnicas têxteis refinadas. Nas escavações arqueológicas realizadas no local se encontraram uma infinidade de instrumentos musicais, porém curiosamente nenhum tipo de arma. Este fato intriga a arqueólogos e antropólogos.

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