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Machu Picchu: curiosidades, história e arqueologia dos Incas

Machu Picchu: curiosidades, história e arqueologia dos Incas

Machu Picchu: curiosidades, história e arqueologia dos Incas

Machu Picchu foi redescoberto no ano de 1911 pelo explorador norte-americano Hiram Bingham. Já se passaram mais de cem anos, mas o local continua sendo um grande mistério em muitos aspectos. Ainda existem muitas perguntas sem respostas, como quem a construiu, quando e com quais propósitos. Sua história se perde na noite dos tempos. São muitas as hipóteses e a arqueologia oficial ainda não apresenta conclusões definitivas. Conheça algumas curiosidades sobre Machu Picchu, a cidadela Sagrada dos Incas, patrimônio da humanidade, uma das sete maravilhas do mundo moderno.

1 - O maior império da América do Sul

Os Incas foram os governantes de um enorme território do Continente Americano que se estendia até as atuais Colômbia, Bolívia, Equador, Chile e Argentina. Foi o maior império americano do seu tempo e sua capital política religiosa e cultural foi a cidade de Cusco. Os Incas foram governados por um imperador a quem chamavam “Sapan Inca”, que representava ao deus Sol e por um estado chamado Tawantinsuyo. A palavra Tahuantinsuyo provém de duas palavras em Quéchua que significam: “Tawa”: quatro e “Suyo”: estado, que justifica o nome pela divisão do território, referente aos quatro “suyos”, lados, regiões ou estados: o “Chinchaysuyo” ao nordeste, o “Antisuyo” ao noroeste, o “Collasuyo” ao sudeste e o “Contisuyo” ao sudoeste. Esses estados tinham a cidade de Cusco localizada em seu centro. Alguns autores preferem utilizar o termo “Civilização Quéchua”, uma vez que o termo “Inca” era utilizado somente como denominação a seu governante supremo, o filho do sol, da mesma forma como ocorria no Egito antigo, Faraó era um título exclusivo utilizado pelo rei.

2 - O propósito da construção de Machu Picchu

A cidadela de Machu Picchu foi construída a meados do século XV. Por sua localização e características foi considerada uma fortaleza e não um santuário. A ideia da construção começou provavelmente com o Sapan Inca Pachacutec, porém ainda existem várias hipóteses sobre o motivo da construção, sendo uma delas de que a cidadela seria uma das residenciais de descanso do próprio Pachacutec. Também existem várias evidências de caráter cerimonial nas construções, tanto na parte interna com na externa, demonstrando que foi usada como um santuário religioso. Curiosamente, em escavações realizadas após sua descoberta, a maioria dos restos mortais encontrados no local correspondem a mulheres, o que reforça a hipótese de uma possível função cerimonial para esta construção, uma vez que estas mulheres estariam dedicadas ao serviço, adoração e culto. 

3 - Os conquistadores espanhóis não encontraram a cidadela 

No ano de 1532 o espanhol Francisco Pizarro, juntamente com a ajuda de suas tropas, mudou a história do império Inca, saqueando grande parte das riquezas e destruindo templos e edifícios por completo. Porém, mesmo com toda a destruição causada Machu Picchu permaneceu completamente oculta por mais de 200 anos. Alguns pesquisadores defendem a ideia de que os espanhóis tiveram conhecimento da existência de Machu Picchu, mas não mostraram interesse, talvez pela distância ou localização, talvez pela ausência de tesouros ou objetos de grande valor no local.

4 - O descobrimento da cidade perdida dos Incas

Há versões sobre a descoberta da cidadela, porém a que é mais aceita nos conta que foi descoberta no ano de 1911 pelo explorador norte-americano Hiram Bingham. Bingham era um professor da Universidade de Yale e decidiu buscar a verdade sobre a cidade perdida dos Incas. Bingham descobriu a cidade Inca de Machu Picchu com a ajuda de um camponês e de uma criança do lugar. Para as pessoas que viviam ali, a cidade nunca esteve perdida. Bingham teve o apoio do governo peruano em suas expedições e alguns especulam que na verdade, o que ele buscava, era a mítica cidade de ouro perdida também chamada de Paititi.

5 - Quem foi Hiram Bingham

Descendente de um missionário, Hiram Bingham nasceu em Honolulu. Sua primeira tentativa de descobrimento como explorador foi encontrar Vitcos, que foi a última capital e refúgio dos Incas rebeldes aos espanhóis. Esse ano realiza uma viajem por várias rotas e é onde se informa sobre a existência da cidade perdida numa montanha de selva tropical de Urubamba. Regressou várias vezes a Machu Picchu para explorar as misteriosas construções com a ajuda da Universidade de Yale e da revista National Geographic.

6 - Os tesouros encontrados em Machu Picchu

A apropriação das relíquias de Machu Picchu por Hiram Bingham gerou certo problema entre a Universidade de Yale e o governo peruano. Foram levadas para uma exposição itinerante nos Estados Unidos, muitas das relíquias como joias, cerâmicas e até restos humanos. No ano de 2008 se abriu um processo contra a universidade de Yale pelo governo peruano a fim de recuperar e trazer as relíquias à sua terra de origem. No ano de 2010 o governo dos Estados Unidos decidiu devolver a maior parte das peças que chegaram ao Peru aproximadamente a dois anos atrás. Hoje ditas peças podem ser admiradas no museu Machu Picchu (Casa Concha), localizado no centro da cidade de Cusco.

7 - Os primeiros exploradores não oficiais

Em uma versão mais aceita e até considerada oficial, Hiram Bingham foi quem descobriu Machu Picchu no ano de 1911. Porém, no ano de 1860, cinquenta anos antes da visita de Bingham o empresário Alemão Augusto Berns comprou uma permissão do governo peruano para extrair ouro e madeira daquela área. A cidade Inca também foi visitada por Enrique Palma, Gabino Sánchez e Agustín Lizárraga e a prova desta visita foi encontrada em pedras onde haviam deixado seus nomes gravados com a data de 14 de julho de 1901. Ainda hoje se vê suas assinaturas nestas pedras, como uma maneira de recordar a estes exploradores.

8 - Os Incas foram um dos melhores engenheiros de todos os tempos

A montanha de Machu Picchu se encontra em uma região antissísmica estável. Os terremotos que tentaram sacudir as pequenas construções Incas demonstraram a resistência das técnicas de engenharia utilizadas. Os alicerces são absolutamente profundos com um sistema de drenagem muito eficaz. Outra técnica muito importante que empregaram foi a forma de talhar os blocos de pedra. Estas pedras eram colocadas umas sobre as outras, mantendo-se juntas sem o uso de nenhum tipo de massa ou cimento. Os encaixes destes blocos são perfeitos e entre eles não é possível inserir sequer uma agulha. Essa é a prova da sofisticada técnica das construções Incas, que perduram até hoje.

9 - As construções mais importantes em Machu Picchu

Dentro desta impressionante cidadela existe uma grande quantidade de construções importantes em pedra, tendo a maioria a finalidade de adorar suas divindades, em especial ao deus Sol. O Intihuatana, por exemplo, foi uma construção de carácter religioso formado por quatro lados que representava os quatro “suyos” (lados, regiões ou estados do império) ou cada ponto cardeal. Ao mesmo tempo era uma espécie de calendário solar, onde podiam determinar com exatidão os solstícios e equinócios.

O Templo do Sol apresenta uma janela que se alinha perfeitamente com o solstício de verão. Já suas três janelas projetam as montanhas sagradas, essas que rodeiam Machu Picchu e simbolizam a trilogia andina: o céu (que seria a vida espiritual), a terra (a vida mundana) e o infra mundo (a vida inferior).

O Templo do Condor para os Incas teria um significado especial. A figura do condor representava a fertilidade e a produção, já que acreditavam que quando o condor movia suas asas agrupava nuvens e atraía chuva para a agricultura. Finalmente o Templo das Três Janelas se encontra em frente a explanada principal de Machu Picchu. Foi um lugar onde se realizavam grandes cerimonias. 

10 - O Templo escondido na montanha

Outra opção incrível para visitar em Machu Picchu é a montanha de Huayna Picchu. O acesso a este local é controlado e existe um limite máximo permitido de visitantes por dia (quatrocentas pessoas). Também existem horários específicos para a entrada ao local. Na parte superior desta grande rocha se encontra a Grande Caverna, também chamada Templo da Lua. Encrustado na rocha viva, este templo se encontra a 2.050 metros de altitude e se especula que aí eram realizadas cerimônias e rituais relacionados à mumificação.

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